Estudar nos Estados Unidos

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Uma garçonete na Austrália

A student adviser Iuca Reuben conta como foi sua experiência de trabalho na Austrália! Quer saber como se faz? 

"Pouco tempo depois de ter chegado na Austrália já comecei a procurar trabalho, pois precisava trabalhar para ajudar nos custos da viagem, já que banquei esse projeto por minha conta e estava com o dinheiro um pouco apertado!

Montei meu 'resume' com a ajuda de minha host mother, sim eu não sabia direito nem mesmo como organizar um currículo em inglês...Fiz algumas cópias e fui distribuir pelos cafés, mercados e qualquer outro lugar que eu me identificasse.

Depois de dois dias me chamaram para o primeiro trail, que nada mais é do que trabalhar por um dia para ver se gostam do seu trabalho e se querem te contratar! 



Dei o meu máximo nesse primeiro dia, e como o meu inglês não era lá muito bom tive um pouco de dificuldade para entender os pedidos das pessoas, mas procurei ser muito prestativa e eficiente para compensar. 


Confesso que fiquei bem nervosa nesse primeiro momento, pois todos falavam comigo e eu não tinha muita certeza do que queriam , do que eu precisava fazer,etc. De tão nervosa que eu estava quebrei uma pilha de pratos... mas... no final deu tudo certo!!!  


Mostrei que era "hard work" e acabei trabalhando neste café durante quase todo o período que estive em Melbourne.


A dica que dou na hora de procurar trabalho na Austrália e procurar aprender as atividades que vai precisar desenvolver antes de ir para o "trail"! "



Minha vida em Melbourne

Depoimento muiiiito legal do Rafael Starzynski :


"É um prazer poder compartilhar a minha maravilhosa experiência na Austrália, um país que tem o poder de revolucionar a vida das pessoas, o país que com a sua natureza encanta milhares de pessoas. No final de junho de 2011 cheguei em Melbourne, após uma longa viagem que teve uma parada inesperada em Buenos Aires pois um vulcão entrou em erupção no Chile atrasou a viagem e fiquei quase 1 semana passeando na Argentina.

Na verdade, o que parece ter dado errado no começo na viagem acabou sendo a melhor coisa possível, pois na capital da Argentina conheci muitos brasileiros que também estavam indo para a Austrália, alguns viraram grandes amigos que acabei visitando em diferentes partes da Austrália.


Chegando em Melbourne eu fui morar em uma homestay, com uma mulher do Sri Lanka, foi uma troca cultural intensa que me acrescentou muito e me fez um ser humano melhor, era para eu ter ficado um mês com a homestay mas eu gostei muito dela e acabei ficando por quase 6 meses.

Em Melbourne fiz um curso de marketing pela TAFE Holmesglen, adorei o curso e a escola tinha uma estrutura que de fato era de primeiro mundo, professores muito focados e com uma visão de mundo diferenciada, sem falar que a escola tinha projetos paralelos com empresas que com certeza enriqueceram o meu currículo.



Tinha muita ansiedade em relação a trabalho, queria muito ter uma segurança para poder me manter e realizar os meus sonhos, em 4 dias eu estava empregado e o meu emprego era de assistente de professor de tênis, um esporte que eu tenho uma enorme paixão. Nesse emprego fiquei por 4 meses e intercalava com os meus estudos, deu tudo certo.



Melbourne tem uma infraestrutura muito eficiente, o transporte é super pontual, uma atmosfera artística intensa e muito esporte! A população de Melbourne é multicultural, com muitos asiáticos e europeus, etc. A arquitetura da cidade lembra muito a da Europa, com ruas largas, prédios antigos e bem conservados.



Os restaurantes são bem variados e a vida noturna é muito intensa. O povo de Melbourne está sempre receptivo e com um sorriso contagiante em todo lugar.

Depois de quase 6 meses de Melbourne resolvi passar um tempo em Gold Coast e curtir o calor de Queensland, fiquei 2 meses em Surfers Paradise vivendo um momento inesquecível de muita praia e gente nova.



Além de Gold Coast e Melbourne, também viajei por Sunshine Coast, Sydney e pelo estado de Victoria, para finalizar a minha viagem, fiquei 20 dias na Nova Zelândia, fiz as 2 ilhas! Inesquecível!




Depois de 8 meses estou de volta e posso dizer que a viagem valeu muito a pena e que a Austrália Brasil me ajudou muito e agradeço especialmente a Mariana que leu perfeitamente o meu perfil e me indicou a melhor escola e me aconselhou muito bem sobre Melbourne, Austrália em geral e me deu muitas dicas sobre a Nova Zelândia.


Rafael Starzynski


65 programas grátis ou baratinhos em Melbourne!

A Marina Fanti elegeu 65 programas que ela considera imperdíveis em Melbourne. Confere !



"Nos quase três meses que já estou morando em Melbourne, pude conhecer muitos lugares incríveis, provar sabores únicos, ver paisagens de sonhos... Mas a cada dia que passo aqui, vejo que há muito mais ainda para explorar e descobrir. Por enquanto, consegui listar 65 coisas imperdíveis para se fazer na cidade, mas certamente, com o tempo, farei adendos e a lista não vai mais parar de crescer. São coisas para se comer, para fazer, para se contemplar, para animar a vida de quem veio para uma semana, ou para quem veio sem data de voltar!

Deixo aqui a dica de 65 programas imperdíveis, a maioria grátis, para quem como eu, tem verba regulada para gastar, mas uma curiosidade sem fim para desbravar a cidade! "





1. Enlouquecer no Visitors Centre da Fed Square, com toda info turística e assessorias gratuitas



2. Fazer piquenique no Jardim Botânico , sob a sombra de árvores centenárias




3. Fazer uma caminhada de duas horas pelas trilhas bucólicas que ligam St Kilda a Brighton Beach




4. Assistir à saída do navio Spirit of Tasmania, ao pôr do sol, em St. Kilda




5. Deliciar-se com o divino e gigantesco Coffee Vienna Ring da Acland Cakes, na Acland St




6. Experimentar os “rolls”, famosos e criativos sushis de Melbourne




7. Tomar a legítima cerveja belga no Bluestone Belgian Beer Cafe




8. Fazer um legítimo churrasco em alguma das centenas de churrasqueiras públicas




9. Assistir uma partida ensurdecedora de soccer pela AFL no MCG



10. Ver os mini pinguins no píer de St Kilda, após o pôr do sol



11. Conhecer o Melbourne Zoo de dia e o Werribee Zoo à noite




12. Conhecer o aquário da cidade




13. Alimentar coalas e cangurus no Maru Park, a uma hora de Melbourne




14. Passar um dia em Brighton Beach com suas fotogênicas boxes




15. Ir à Montanha Russa do Luna Park




16. Fazer uma massagem na faixa, nas poltronas da Myers, na badalada Bourke St




17. Ver uma partida do Australian Open, em janeiro




18. Ir a algum dos eventos alternativos na Spiegeltent



19. Assistir as 3 dias incríveis do Moomba Festival no começo de março




20. E no fim de março, curtir o GP F1 na faixa




21. Assistir aos shows do Comedy Festival na Fed Square ou nos teatros, em abril




22. Ver o Johnston St Spanish Festival em novembro




23. Bater ponto na Federation Square para ver filmes no telão, shows no palco, performances em todo lugar




24. Passar horas no NGV e no ACMI apreciando suas mostras inovadoras




25. Caminhar pela Swanston St para ver shows de break e performances de rua




26. Ir ao Queen Victoria Market às quartas à noite, durante o verão




27. Filar degustação de carnes, pães e geléias no Prahran Market aos sábados de manhã



28. Passear pelos mercadinhos de rua em St Kilda e no Centre of Arts, aos domingos



29. Ir ao cinema à luz da lua no Botanical Gardens, no verão




30. Comprar bugigangas de segunda mão na Sidney Road




31. Subir ao terrace da State Library of Victoria na Swanston St




32. Subir no Eureka Towers, para ter uma vista 3600 da cidade




33. Conhecer todos os museus aproveitando as exibições gratuitas




34. Praticar kiteboarding em St Kilda, ou assistir ao show dos que praticam




35. Jogar uma partida de futebol no Flagstaff Gardens ou assistir ao show dos que praticam




36. Jantar no conceitual Lentil As Anything e pagar o quanto achar justo, se achar justo




37. Nadar no imenso Melbourne Sports Aquatic Center por 7 dólares




38. Conhecer todos os tipos de chá do mundo, na T2, Swanston St




39. Circular pelo fervilhante e econômico bairro do Chinatown




40. Fazer o tour grátis pela Parliament House




41. Fazer um tour gratuito pelo memorial das guerras, Shrine of Remembrance, no Jardim Botânico




42. Caminhar pelo Centre Place e ver seus grafites descolados




43. Tomar o ferry de St Kilda para Williamstown




44. Jogar ou assistir a jogatina rolando solta no suntuoso Crown Cassino, à beira do Yarra River



45. Ir ao Atrium, na Fed Square, conferir as feiras de livros, carros de época, coral...




46. Percorrer a Sandridge Bridge, para conhecer sobre os imigrantes que vivem na Austrália




47. Ver filmes estrangeiros no Cinema Nova




48. Ou ver filmes blockbuster no IMAX na terceira maior tela do mundo




49. Tomar o Free City Circle vintage Tram e fazer um tour pelo centro




50. Fazer compras na Burke St, ou na Collins St, se não faltar tempo ($)




51. Patinar no gelo na Docklands Icehouse




52. Descobrir as arcadas e galerias maravilhosas escondidas pelo centro




53. Dar um pulo ao Vietnam, na Victoria St




54. E um pulo na Itália, na Lygon St




55. Tomar café da manhã em um dos muitos cafés da Chapel St




56. Tomar sorvete na Fritz Gelato na Fitzroy St




57. Comer um sanduíche saudável no Grilled



58. E as batatinhas eleitas as melhores da cidade, mas nada saudáveis, no Lord of the Fries



59. Curtir uma balada cabeça no The Toff In Town




60. Explorar todos os jardins e parques da cidade, com uma esteira para relaxar na grama




61. Percorrer a Golden Mile Heritage Trail



62. Caminhar pelas margens do rio, cruzando todas as pontes, até cansar




63. Percorrer a Elwood Canal Trail, às margens do mar à noite e deitar-se no chão do gramado para ver um céu estreladíssimo




64. Passear pelas lojas alternativas do Melbourne Central Shopping




65. E pelo alucinógeno e retrô Chapel St Bazar na Chapel St

To be continued...

Point Napean Park, um pedaço do paraíso em Victoria!

Aqui vai mais uma recomendação da Marina Fanti : leia-se Com o Pé na Austrália

"Melbourne pode ser muito dinâmica e viciante para quem vem de uma cidade tensa e pouco amiga como São Paulo. São tantas coisas interessantes acontecendo ao mesmo tempo, tanta arte, beleza, tanta civilidade e natureza, que facilmente nos deixamos envolver por uma rotina às avessas, repleta de novidades e atividades felizes, dia após dia.








E quando percebermos, já se passaram quase dois meses e ainda não conferimos nada do que há fora da cidade para conhecer também!


Por isso, neste sábado, eu e o Mário decidimos colocar os pés na estrada e encarar nossa primeira viagem em Victória, longe da apaixonante Melbourne. E o destino escolhido foi o Point Napean National Park para conhecer a pontinha de terra que separa a baía de Port Phillip do Mar da Tasmânia, há 90 km da cidade.










O parque está localizado na ponta da Península de Mornington num local onde se tem grande visibilidade de toda a região. Durante o período das grandes guerras, funcionava ali uma base militar, com fortes, hospital e áreas para abrigar pessoas em quarentena, por suspeita de doenças ou em tratamento médico.

Como o critério fundamental para planejar qualquer coisa nessa terra cara, é o dinheiro, bolamos um roteiro supereconômico (e desgastante também). Para começar, fomos de metrô e ônibus, o que levou três horas para ir e mais três para voltar.





Partindo de Melbourne, a melhor forma de chegar até o parque é saindo da estação South Yarra, numa viagem de cerca de uma hora até a estação Frankeston, de onde parte o ônibus 788 com destino a Portsea (para planejar bem os horários, vale antes passar no centro de visitantes e pegar o itinerário dos ônibus).



A estação fica na zona 2, então é preciso ter o tíquete válido para zonas 1 e 2! A viagem de ônibus leva quase duas horas e termina no ponto final, bem em frente à entrada do parque. A jornada de ida e volta, contando o tíquete para a zona 2, sai por 11,40 dólares por pessoa. Em compensação, a entrada para o parque é gratuita e é só pegar um mapinha no centro de informações e começar a longa caminhada pelo parque!

E o parque é imenso, com muitas trilhas e edificações espalhadas; por isso, assim que chegar ao centro
de informações, o visitante deverá optar por qual maneira vai explorar o parque: a pé, de bondinho, ou de bike. As bikes custam 20 dólares por dia; os bondinhos saem por 8 e circulam em horários estabelecidos pelo parque. Bom, acho que já deu para adivinhar qual foi a nossa escolha... E lá fomos nós, munidos de nossos bons e velhos tênis, conhecer o parque.


O local tem a fama de ter uma das mais ricas faunas e floras do estado de Victoria, com animais que vão desde pássaros raros, até os tradicionais cangurus, mas nós não vimos nenhum ser que se assemelhasse a nenhuma das categorias; apenas uma lula morta, muitas conchas e pedaços de corais na praia. Mesmo assim, a natureza do parque é exuberante e compensa por si só o dia puxado da viagem!








Nós percorremos o parque pelas trilhas e pela praia, que fica bem em frente, mas o acesso à praia é restrito. Há muitos pontos com sinalização de bombas (vestígios do passado militar) e placas proibindo a saída para a areia. Infelizmente, toda a beleza que avistamos pelas trilhas é para ser contemplada de longe. O mar azul, os corais, as areias fofas, os penhascos, tudo absolutamente lindo, intocado e intocável. Não sei se acredito que haja bombas na praia. Desconfio que a proibição seja mais por conta de proteger o meio-ambiente, ou proteger os visitantes, porque é uma região de mares conturbados, com navios naufragados e onde presumidamente morreu afogado em 1887, o primeiro ministro australiano, Harold Holt.

O espírito do passeio é o de apreciar mesmo, esquecer um pouco a pretensão de interagir com a natureza. O ideal é levar uma cestinha de piquenique (porque não há lanchonetes no parque), achar um cantinho especial e passar um tempo, entre uma guloseima e outra, comendo com os olhos o que não pode ser tocado...

Além das maravilhas do parque, a região toda da península de Mornington é convidativa para um dia ou dois de visita. Vinícolas, campos de golfe, veleiros em marinas, lojas, restaurantes e pequenas cidades costeiras atraem gente de todas as partes da Austrália.




Mas esse já é um roteiro pra quem está mais disposto a gastar e por enquanto, nesse quesito, não vou poder ajudar... Mas, quem sabe um dia, eu não chego lá!?

Melbourne, no roteiro da boa mesa!

A Marina Fanti , do excelente Com o pé na Austrália está morando em Melbourne até setembro. Ela nos presenteou com excelentes dicas do seu último tour gastronômico pela cidade, um roteiro perfeito para copiar e saborear !



"Melbourne pode não ser tão cobiçada pelos turistas como Sidney, ou a Gold Coast com suas praias maravilhosas. Mas a vida cultural da cidade é muito intensa e a população se gaba também de ter uma das melhores gastronomias da Austrália. Com uma fusão bem sucedida de ingredientes e técnicas culinárias importadas do mundo todo, Melbourne serve pratos para os mais variados bolsos e paladares.


Do tradicional fish and chips, herdado da metrópole inglesa, até os famosos rolls, sushis gigantes vendidos por $2,50 em todas as esquinas da cidade, encontra-se um pouco de tudo para comer. O ingrediente que mais faz sucesso na cidade, no entanto, é algo que não se põe à mesa: é a atmosfera dos restaurantes! Digo isso, não só pela multiplicidade de lugares lindos, com candelabros de cristal, shows ao vivo e mesinhas na calçada mas também pelas alternativas pouco convencionais de restaurantes que Melbourne dispõe a seus moradores e visitantes. Jantar numa espécie de bonde vintage, enquanto se percorre as belas ruas de da cidade; refestelar-se num banquete exatamente igual ao servido aos finados hóspedes do Titanic num ambiente que remonta à noite do naufrágio, e sobrevoar paisagens idílicas enquanto se saboreia pratos divinos, são algumas opções criativas da boa mesa em Melbourne. Para sentir o gostinho desse tempero único, essa pitada de atrevimento que alguns estabelecimentos daqui usam para dar água na boca de seus clientes, vale reservar uma mesa (ou um assento, ou vestir uma boia, ou apertar os cintos...) e preparar o bolso para um pequeno rombo, ou não...




Afinal, quem falou que para se comer bem é preciso gastar muito? Com a proposta de servir refeições saudáveis e vegetarianas, o Lentil as Anything acredita na filosofia 'pay as you feel', ou seja, de que o cliente deve pagar o quanto achar que vale o que comeu! Não há valores no cardápio, paga-se o quanto quiser na base da confiança. São três endereços na cidade, mas o mais bacana, em minha opinião, é o que fica em St Kilda.




O ambiente é casual, geralmente com filmes, apresentações musicais e performances variadas. E por que não jantar e fazer um city tour por Melbourne ao mesmo tempo? É só embarcar no Colonial Tramcar Restaurant um bondinho vintage que percorre as ruas da cidade enquanto serve pratos refinados aos 36 passageiros que dividem a experiência por vez.



Há várias opções de horários e menus, com preços que vão de $82 a $137 dólares por pessoa. Já dizia o poeta “viver não é preciso, navegar é preciso”. E é com essa filosofia que os amantes da boa mesa devem embarcar no navio-restaurante Spirit of Melbourne ter um jantar inesquecível. Nada poderá ser mais romântico do que uma ceia a dois, navegando ao longo do Rio Yarra. Há cruzeiros temáticos, como o de dia dos namorados, Natal, Réveillon e até casamentos a bordo.

Para os aficionados na tragédia do Titanic, é imperdível uma noite no Titanic Theatre Restaurant . Por AU$ 79 o hóspede, ou melhor, o cliente, desfruta de um jantar dançante e de uma apresentação teatral, num ambiente que recria nos mínimos detalhes toda a noite do naufrágio. A diferença é que tudo é feito com muito bom humor e todos sobrevivem no final! Mas para os que preferem as alturas às profundezas, aqui vão duas alternativas memoráveis de jantares: No último andar do Edifício Eureka, a 300 metros do chão e com vistas espetaculares da cidade, funciona o chiquérrimo Eureka 89 . De quarta a sábado, o restaurante oferece o 'menu degustação' além de cardápios comemorativos para datas especiais e eventos. Com culinária de primeira, num ambiente luxuoso, cheio de gente moderna e descolada, o Eureka 89 seria perfeito, se não fosse um detalhe: os preços! Como só são revelados sob consulta, entende-se que a conta deva também ser lá nas alturas!



E para fechar essa viagem culinária, vai a dica do Gooney Bird um avião modelo DC3, daqueles antigões, que sobrevoa bem baixo algumas paisagens de cartão postal de Victoria. Entre os roteiros, estão os 12 Apóstolos , a baía de Melbourne e a região de Coonawarra onde pousa para um brinde em vinícolas da região. Então, se apesar de todas as suas belezas e atrativos, Melbourne ainda não estava no seu roteiro da Austrália, quem sabe com estas opções não vale ao menos fazer uma escala para jantar?



Pra onde ir - Melbourne

A Patrícia Zulato fala sobre Melbourne:

"Melbourne é conhecida como a capital cultural e gastronômica da Austrália.

Uma cidade romântica, charmosa, cheia de cafés, restaurantes e museus.
Andando pelas ruas você tem a sensação de estar em contato com o passado e o futuro ao mesmo tempo. Seus prédios modernos e iluminados à noite dividem espaço com os trams (bondes) e charretes super sofisticadas!





É muito fácil conhecer os arredores de Melbourne! Tem um roteiro de ônibus gratuito que percorre os principais pontos turísticos da cidade. É só pegar as informações no centro de informações turísticas que fica localizado na Federation Sq, em frente a principal estação Flinders St.


Federation Sq.


Melbourne também é uma ótima cidade para compras! Tem muitas opções de outlets.

Flinders Station


O bairro de St. Kilda, onde está uma das praias mais conhecidas de Melbourne, é famoso por suas baladas e lojas alternativas.



O Crown Casino & Entertainment Complex é uma ótima opção para quem quer fazer umas apostas, além disso, você encontrará ótimas opções de restaurantes naquela área! "

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