Mostrei que era "hard work" e acabei trabalhando neste café durante quase todo o período que estive em Melbourne.
Uma garçonete na Austrália
Mostrei que era "hard work" e acabei trabalhando neste café durante quase todo o período que estive em Melbourne.
Um dia na vida de um Kitchen Hand no Hard Rock Cafe
A student adviser Priscila Schnorr compartilha conosco a sua experiência quando começou a trabalhar na Austrália.
Foi aí que eles me ligaram para conversar e fizeram com que aquele chefe me pedisse desculpas pois tinha exagerado! E ele ria... mostrando que tinha feito de propósito e que eu que deveria ter reivindicado!
Um dia na vida : ´mochilando' na Austrália

Um dia na vida...trabalhando em Brisbane
"Morei por 8 meses na cidade de Brisbane, no estado de Queensland, e um dos meus trabalhos foi o de 'cleaner'. A minha função era deixar escritórios de grandes empresas sempre limpos e arrumados para o expediente do dia seguinte. Confesso que limpar chão, passar pano e tirar poeira nunca foi o meu forte, pois nunca tinha feito algo parecido no Brasil.
O prédio comercial onde eu trabalhava era localizado no centro da cidade. Eu morava em Kangaroo Point , um bairro separado da cidade pelo Rio Brisbane e ligado pela ponte “Story Bridge”. A melhor maneira de chegar era de “citycat”, um catamarã que passava por vários pontos da cidade. O trajeto era bem rápido, em média, 15 minutos.

O trabalho em si é super tranqüilo, uma tarefa braçal, cansativa mas não é nada que qualquer um não consiga fazer. Pensando pelo lado bom, qual é o emprego que te permite colocar seu IPOD, com aquela setlist que você mais gosta sem que ninguém interrompa no meio da sua música preferida? A resposta é NENHUM! Além disso, trabalhar em subempregos como cleaner e dishwasherte dá a chance de conquistar um dos sentimentos mais nobres, o respeito por quem faz a mesma função aqui no nosso país.
Saber que o trabalho, que muitas vezes tratamos de forma preconceituosa, é muito útil e que precisamos dele como de qualquer outro. Deixando de lado essa parte mais sentimental do intercâmbio, vamos à parte pela qual muitos se interessam: o SALÁRIO.

Por esse emprego eu recebia uma média de AU$ 1300 (dólares australianos) por mês, valor que é considerado uma boa remuneração. Considerando que eu gastava mais ou menos uns AU$600 com aluguel e supermercado, ainda me sobrava uma boa quantia para gastar com viagens , noitadas e compras.
Por falar em viajar, uma dica que fica pra todos que querem realizar o sonho de conhecer a “terra dos Cangurus” é viajar. Viaje, viaje bastante, o máximo que conseguir. O famoso “lado de lá”, ou, “lá do outro lado do mundo”oferece milhões de destinos que realmente valem cada centavo economizado e gasto. Fica a dica...
Um dia na vida de ... entregador de pizza
Após uma bela sessão de surf em Burleigh Heads, voltei para casa por volta das 13h, almocei e descansei um pouco, esperando a hora de ir pro meu “ganha-pão”.


Point Napean Park, um pedaço do paraíso em Victoria!
"Melbourne pode ser muito dinâmica e viciante para quem vem de uma cidade tensa e pouco amiga como São Paulo. São tantas coisas interessantes acontecendo ao mesmo tempo, tanta arte, beleza, tanta civilidade e natureza, que facilmente nos deixamos envolver por uma rotina às avessas, repleta de novidades e atividades felizes, dia após dia.
E quando percebermos, já se passaram quase dois meses e ainda não conferimos nada do que há fora da cidade para conhecer também!
Por isso, neste sábado, eu e o Mário decidimos colocar os pés na estrada e encarar nossa primeira viagem em Victória, longe da apaixonante Melbourne. E o destino escolhido foi o Point Napean National Park para conhecer a pontinha de terra que separa a baía de Port Phillip do Mar da Tasmânia, há 90 km da cidade.
O parque está localizado na ponta da Península de Mornington num local onde se tem grande visibilidade de toda a região. Durante o período das grandes guerras, funcionava ali uma base militar, com fortes, hospital e áreas para abrigar pessoas em quarentena, por suspeita de doenças ou em tratamento médico.
Como o critério fundamental para planejar qualquer coisa nessa terra cara, é o dinheiro, bolamos um roteiro supereconômico (e desgastante também). Para começar, fomos de metrô e ônibus, o que levou três horas para ir e mais três para voltar.
Partindo de Melbourne, a melhor forma de chegar até o parque é saindo da estação South Yarra, numa viagem de cerca de uma hora até a estação Frankeston, de onde parte o ônibus 788 com destino a Portsea (para planejar bem os horários, vale antes passar no centro de visitantes e pegar o itinerário dos ônibus).
A estação fica na zona 2, então é preciso ter o tíquete válido para zonas 1 e 2! A viagem de ônibus leva quase duas horas e termina no ponto final, bem em frente à entrada do parque. A jornada de ida e volta, contando o tíquete para a zona 2, sai por 11,40 dólares por pessoa. Em compensação, a entrada para o parque é gratuita e é só pegar um mapinha no centro de informações e começar a longa caminhada pelo parque!
E o parque é imenso, com muitas trilhas e edificações espalhadas; por isso, assim que chegar ao centro de informações, o visitante deverá optar por qual maneira vai explorar o parque: a pé, de bondinho, ou de bike. As bikes custam 20 dólares por dia; os bondinhos saem por 8 e circulam em horários estabelecidos pelo parque. Bom, acho que já deu para adivinhar qual foi a nossa escolha... E lá fomos nós, munidos de nossos bons e velhos tênis, conhecer o parque.
O local tem a fama de ter uma das mais ricas faunas e floras do estado de Victoria, com animais que vão desde pássaros raros, até os tradicionais cangurus, mas nós não vimos nenhum ser que se assemelhasse a nenhuma das categorias; apenas uma lula morta, muitas conchas e pedaços de corais na praia. Mesmo assim, a natureza do parque é exuberante e compensa por si só o dia puxado da viagem!
Nós percorremos o parque pelas trilhas e pela praia, que fica bem em frente, mas o acesso à praia é restrito. Há muitos pontos com sinalização de bombas (vestígios do passado militar) e placas proibindo a saída para a areia. Infelizmente, toda a beleza que avistamos pelas trilhas é para ser contemplada de longe. O mar azul, os corais, as areias fofas, os penhascos, tudo absolutamente lindo, intocado e intocável. Não sei se acredito que haja bombas na praia. Desconfio que a proibição seja mais por conta de proteger o meio-ambiente, ou proteger os visitantes, porque é uma região de mares conturbados, com navios naufragados e onde presumidamente morreu afogado em 1887, o primeiro ministro australiano, Harold Holt.
O espírito do passeio é o de apreciar mesmo, esquecer um pouco a pretensão de interagir com a natureza. O ideal é levar uma cestinha de piquenique (porque não há lanchonetes no parque), achar um cantinho especial e passar um tempo, entre uma guloseima e outra, comendo com os olhos o que não pode ser tocado...
Além das maravilhas do parque, a região toda da península de Mornington é convidativa para um dia ou dois de visita. Vinícolas, campos de golfe, veleiros em marinas, lojas, restaurantes e pequenas cidades costeiras atraem gente de todas as partes da Austrália.
Mas esse já é um roteiro pra quem está mais disposto a gastar e por enquanto, nesse quesito, não vou poder ajudar... Mas, quem sabe um dia, eu não chego lá!?
Um dia na vida de ....mochileiro na Austrália
Oportunidades de trabalho na Austrália
Por isso, não é de se estranhar que a oferta de empregos seja boa. Na Austrália você vai ter a chance de trabalhar em restaurantes, bares, construções, lojas, como babysitter, em fábricas, etc. As opções de trabalho são bem variadas e vale lembrar que dependem bastante do seu nível de inglês (por isso, estude mesmo!).

Além de desfrutar de uma cultura fascinante, quem possui o visto de estudante também tem direito a trabalhar legalmente por 20 horas semanais durante o período do seu curso! Ou seja - você desenvolve o inglês em um país tropical - e ainda pode juntar uma graninha pra ajudar (às vezes até cobrir ) os seus custos por lá! "
Um dia na vida.....de housekeeper

Trabalhar no hotel foi uma experiência muito interessante, você acaba se surpreendendo como certos hóspedes que são extremante desleixados e não tinham dó de deixar tudo muito sujo (foi um belo aprendizado se colocar do outro lado, os clientes na maioria deles, acham que porque estão pagando podem deixar o apartamento de cabeça pra baixo, pois sabem que vai ter alguém para limpar) mas mal sabem o quanto exige das housekeepers muito mais empenho, rapidez e cansaço. Às vezes tínhamos 15 apartamentos para limpar !

Bom, descobrimos que era um australiano que morava em Sydney que tinha esquecido a quantia de AUD 5.000,00 e achava que tinha sido roubado fora do hotel. O dinheiro foi devolvido e ele enviou flores e uma carta extremamente gentil dizendo que ficou impressionado com minha atitude honesta e que gostaria de me recompensar.

No final do jantar eles me entregaram um envelope com 10% do valor que eu havia encontrado. Eu fiquei sem graça, falei que não poderia aceitar aquele dinheiro, pois não havia devolvido o dinheiro para receber algo em troca. Eles não aceitaram de forma alguma que eu não aceitasse o dinheiro.
Love
The Swans
Com certeza foi um dia que além de ter ficado marcado na minha memória, eu dificilmente viveria algo parecido aqui no Brasil ! "
Um dia na vida de ... estudante em Perth
No primeiro mês fiquei em homestay e não poderia ter sido lugar melhor! Minha hostmother era muito legal. Durante minha primeira semana, ela me levou e buscou na escola. Ela cozinha muito bem, então não tive problemas com a comida.
Quanto a minha escola, a Milner College, no geral é muito boa. Os dois primeiros meses eu estudei General English, mas agora mudei para o Cambridge. O General English é bom no começo, na fase de adaptação, mas acho que para melhorar o inglês o Cambridge é melhor. No General English toda semana tem gente nova entrando e eu mudei de professor 3 vezes. Mas para quem está vindo estudar num clima mais relaxado, o General English é mais indicado. O Cambridge é um curso mais sério, todo dia tem homework e no final do curso tem o exame a ser prestado.
Em relação aos professores, tirando um ou outro, eles são muito bons. Se a gente precisa de ajuda, ou de material extra, eles estão sempre dispostos a nos ajudar. O pessoal da recepção são muito simpáticos e solícitos. Aqui também temos uma biblioteca com vários livros para todos os níveis de inglês, cds, revistas, filmes,etc. Terças e quintas temos aulas gratuitas de pronúncia. Se você tiver algum problema e não sabe como resolver, é só marcar um horário com uma professora que nos aconselha. Outro ponto positivo é que o dono da escola - o Mr. Milner - está todos os dias na escola à disposição. Ele que nos recebe no primeiro dia de aula.
Sobre a cidade, ela é muito linda, limpa e organizada. Mas a gente tem que se manter ocupado o máximo possível para não se entediar, porque às vezes a cidade é muito tranquila. Todas as lojas fecham às 17h. Mas tem muitos lugares para se visitar perto de Perth, meu lugar preferido até agora foi Rottnest Island.
É muito fácil de se locomover por aqui, tem trem, ônibus, ferry e as ciclovias para quem gosta de andar de bicicleta. Mas no fim de semana ônibus é um problema, eles não passam com muita frequência e o último ônibus geralmente é às 23h no sábado e às 20h no domingo. Se você quer ficar mais tempo na rua, taxi é a única opção para voltar para casa.
Bem, com seus pontos positivos e negativos, Perth é um lugar muito bom e tranquilo para se viver. E estou adorando !!!
Nunca é tarde !
Ledo engano! Conhecer outra cultura, aprender uma nova língua, contruir amizades e ser ainda mais feliz poder ser uma escolha para qualquer fase da vida!
Quando compreendi isso, decidi não perder mais tempo nem recuar aos desafios, mas enfrenta-los e ver o que eles me trazem de novo.
No momento estou experimentando a vida na Austrália. Na verdade, estou realizando um sonho antigo, de adolescente... estudar inglês fora do meu país. Afinal, nunca e tarde para começar!
No meu curso, na Milner College, sou a menor aluna, mas a mais velha da turma, isto pra equilibrar as coisas. O Colégio e ótimo, muito dinâmico e uma coisa me chamou a atenção, o diretor geral da escola está sempre presente a disposição dos alunos, na secretaria.
Formamos 12 nacionalidades diferentes numa mesma turma. Isso e maravilhoso! Passamos o tempo todo perguntando para cada colega como e a vida no seu país. Tenho aprendido muito sobre muitas coisas além de aprimorar meu inglês. Também tenho escandalizado um pouco os jovens com o jeitinho brasileiro de abraçar e beijar os amigos, principalmente os tchecos, húngaros, japoneses e belgas. Eles tem pensamentos e hábitos muito diferentes dos nossos.
Meus colegas são todos jovens, e eu tambem, apesar dos meus 61 anos de idade pois, enquanto alunos, somos todos iguais. Estudamos a mesma matéria, temos as mesmas dificuldades e o nosso propósito e um só: aprender a ouvir, falar e escrever um bom inglês. É muito bacana! Ficarei aqui por 7 meses.
A cidade aqui e linda e fácil de aprender a circular, tanto a pé como de ônibus ou trem.
Nos primeiros 10 dias fiquei numa homestay, esperava ter mais contato com australianos, depois me mudei para a casa de meu filho. Ele e fisioterapeuta e mora aqui há 6 anos.
Saio cedo de casa, carregando uma mochila nas costas, com comida, água, lanchinhos, livros e cadernos e mil folhas 'xerocadas'... essa e a parte chata. Depois de um mês tudo fica tranquilo.
Temos que ler livros retirados na biblioteca do colégio. Ja estou no quarto livro, desde que comecei o curso, em 29 de novembro. Essa e a melhor parte. Leio bastante e aprendo muito.
Acho que agora, em Janeiro, poderei começar a trabalhar e a dirigir também. Não e fácil dirigir do lado direito, até o cérebro se acostumar com a inversão de lado, demora um pouco. E necessário dirigir aqui. Esta é uma cidade de carros, pois os ônibus tem horários determinados e normalmente vão até o centro, na Wellington Bus Station, não cruzam muitos bairros. A maioria das pessoas tem carro. O trânsito é tranquilo e o povo civilizado. E a cidade dos carros e da paz. O povo é alegre e muito simpático. As praias são maravilhosas...
Ja fiz vários amigos australianos e brasileiros também. Demos uma linda festa natalina em nossa casa. Foi um espetáculo!!!
Estou feliz por estar aqui e estou aqui por uma forte vontade. Acredito que o mundo é mental, portanto cuido o que penso, se o pensamento é bom, penso forte, com verdade. Minha verdade é AMOR, assim vivo cada dia com alegria e determinação, sem me preocupar com o tempo. O tempo vai passar de qualquer maneira, e eu estarei lá, realizando coisas, vivendo emoções... mostrando a quem quiser ver que a vida vale a pena !!! "
Não deu muita vontade de parar de enrolar e embarcar logo pra uma experiência nova?
Um dia na vida de ...
"Tive um pouco de dificuldade no início porque não conhecia quase ninguém. Mas após começar as aulas tudo fica mais fácil. A comunicação com o pessoal esta melhorando a cada dia.

Tô morando numa casa irada, durmo no mesmo quarto que esse coreano ai na foto...comédia...e na casa tem mais 3 mulheres...1 suiça e 2 marroquinas...sendo que a suiça é linda, dos olhos azuis brilhantes e loirinha. Parece uma boneca!


Conheci três brasileiros (um paulista, e duas gaúchas). Ai na foto o paulista (Eder), a gaúcha (Ana Carolina)

Ontem rolou um churras na praia (churras só com cerveja...rs) conheci a maioria dos estudantes do curso e fiquei bastante impressionado com meu inglês, que está melhorando rápido.

Já pensou em estudar e viver em Byron Bay ?









